segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Cinemando #06 - À Procura


Ano: 2014
Gênero: Suspense
Diretor: Atom Egoyan
Nacionalidade: Canadá
Nota: 1/5
Música: ---

Sinopse: Canadá. Matthew estava dirigindo seu carro e parou para fazer uma rápida compra, deixando a filha de nove anos, Cass, no banco de trás. Ao retornar, ela havia desaparecido sem deixar pistas. Os policiais Nicole e Jeffrey assumiram o caso, mas nada descobriram. A primeira pista sobre a garota apenas surge seis anos depois, quando os policiais estão investigando uma grande rede de pedofilia. Para a surpresa de todos, Cass tem um importante papel na organização, já que é ela quem entra em contato com as crianças pela internet para atraí-las. Apesar disto, ela segue sendo mantida em cativeiro por seu raptor, Mika.



E aí, bora cinemar?
  
  A trama é contada em pedaços, trafegando do presente para o passado e de um personagem a outro aleatoriamente. No começo do filme você fica muito confuso principalmente se você não leu a sinopse, mas basta dá uma de Sherlock Holmes e juntar as peças do quebra-cabeça. Mas caso você não esteja a fim de pensar e acabou de pular a sinopse aqui vai um breve resumo:
  Matthew, interpretado por Ryan Reynolds é um pai que perde a filha. Não há mistério sobre o paradeiro da menina nós a vemos em um cativeiro morando com seu sequestrador, o que me lembrou do filme “3096 dias de Cativeiro”. A situação de Matthew é agravada pela postura de sua esposa que passa a evitá-lo e considera-lo culpado do desaparecimento além dos policiais responsáveis pelo caso que começam a suspeitar dele. A história segue a trilha clássica de suspenses convencionais.
   O diretor não está interessado no mistério do desaparecimento, logo que, já sabemos onde ela está e quem a sequestrou, mas sim nos efeitos da tragédia nos pais, na vítima, nos policiais responsáveis pelo caso e no próprio sequestrador. Os atores se esforçam para construir cuidadosamente o desequilíbrio de seus personagens, mas isso não foi o suficiente para tornar o filme bom. Muitos caminhos poderiam ser tomados pelo diretor e roteirista a partir desse cenário, mas eles escolheram o mais fácil. Consequentemente o menos interessante. Achei o filme fraco com um desfecho simplório e sem emoção.

Trailer: